Sob os cuidados de Sasaki

Eleito como um dos dez melhores profissionais da área em todo o mundo, de acordo com a divulgação do site espanhol "Lo Mejor del Mundo", o fisioterapeuta Ricardo Sasaki é hoje um dos principais responsáveis por administrar o REFFIS. Formado em Educação Física e Fisioterapia, além de uma especialização em fisioterapia esportiva, ele tem a missão de manter a excelência do departamento que, nesta quarta-feira (11), completa 10 anos de existência.

Profissional competente e elogiado por todos os atletas que trabalharam com ele, Sasaki iniciou sua carreira projetando um lugar no Tricolor. "Quando eu fazia faculdade em Campinas, na década de 90, passava sempre em frente ao CT da Barra Funda e falava: "Um dia vou trabalhar aí (risos)". Estagiei no Bragantino e conhecia o Carlos Alberto Parreira, que estava aqui nesse período, então surgiu uma oportunidade e vim pra cá", recorda o fisioterapeuta.

De lá pra cá, Sasaki conta que o departamento de fisioterapia evoluiu bastante, investiu em melhorias, mas nunca perdeu o foco na recuperação dos atletas. "Nossa única mudança foi na estrutura do local, porque o nosso pensamento segue o mesmo. E isso me deixa muito feliz e honrado, porque a diretoria segue nos apoiando e dando totais condições de realizar bem o nosso trabalho", completa o são-paulino, que coleciona histórias no clube.

"É até engraçado relembrar alguns casos, porque eles mostram como o REFFIS pôde ajudar o jogador. O Rogério, quando lesionou o ombro (no início de 2012), até pensou em parar de jogar. E, hoje, a gente percebe que a recuperação foi boa e ele pode continuar jogando normalmente. Ele também sofreu uma lesão séria no tornozelo (em 2009), mas o REFFIS o ajudou bastante e ele pode seguir atuando em alto nível", revela.

Com a experiência de quem já está no clube há quase 20 anos, Ricardo Sasaki credita o sucesso do REFFIS à sintonia entre todos no clube. Ele diz que a excelência do setor traz mais segurança aos profissionais do Departamento Médico e principalmente aos atletas."Normalmente, quando o atleta está lesionado, ele tem que confiar em nós. Muitas vezes, até pela gravidade da lesão, é como se ele estivesse com uma faca no pescoço. Mas, quando ele pisa aqui, nosso trabalho se torna mais fácil, porque a história dos dez anos do REFFIS tem um peso muito grande. É nossa responsabilidade cuidar disso, mas fica mais fácil manejar esse tipo de situação com a importância do REFFIS", finalizou.

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